Na Capitania de Minas Gerais, durante o século XVIII,
as restrições à instalação de ordens religiosas regulares
contribuíram para a centralidade de associações leigas,
como irmandades, confrarias e ordens terceiras, na
organização da vida religiosa e social.
Considerando sua atuação no contexto do barroco mineiro, essas associações caracterizaram-se pela
Considerando sua atuação no contexto do barroco mineiro, essas associações caracterizaram-se pela