No artigo “O Sistema Único de Assistência Social no Brasil: apresentando a pesquisa, problematizando a política social”, Raichelis, Couto e Yazbek (2012) discutem a territorialização como um avanço do SUAS, ao permitir planejar e executar ações a partir dos espaços concretos onde vivem os usuários, reconhecendo a diversidade social e cultural dos territórios. As autoras, contudo, alertam para o risco de esse conceito ser aplicado de forma restrita, voltada apenas à delimitação física dos serviços. Dessa forma, a interpretação que melhor expressa o sentido crítico da territorialização é: