Elisa, uma mulher de 40 anos, que recebeu diagnóstico de câncer terminal, lutou contra a ideia da morte e compartilhou sua rotina de tratamento nas redes, em busca da cura, por três anos. Após esse tempo, mudou sua percepção. Resolveu escrever nas redes sociais uma despedida e dicas de como lidar com a finitude e cuidados paliativos. Para Kübler-Ross (2008), a paciente se encontra, diante da morte, no estágio: