A xerostomia constitui manifestação clínica comum entre idosos, sendo multifatorial e frequentemente associada ao uso crônico de medicamentos, alterações sistêmicas e envelhecimento das glândulas salivares. Sua repercussão envolve agravamento do biofilme patológico, dificuldades funcionais e comprometimento da mucosa oral. À luz das evidências clínicas mais recentes, qual conduta representa uma abordagem adequada e abrangente para o manejo ambulatorial dessa condição?