Homem de 58 anos de idade, internado por 3 semanas
em UTI após sepse abdominal causada por perfuração
de diverticulite (lavagem laparoscópica e drenagem, sem
ressecção colônica). Reabordagem cirúrgica evidenciou
grande coleção purulenta e fibrina densa, sem perfuração
ativa ou necrose isquêmica. Já em uso de antibióticos de
amplo espectro, mantém quadro séptico persistente.
Em paciente grave com persistência de peritonite após controle cirúrgico inicial, qual conceito e abordagem terapêutica melhor descrevem esse cenário?
Em paciente grave com persistência de peritonite após controle cirúrgico inicial, qual conceito e abordagem terapêutica melhor descrevem esse cenário?