De acordo com a Nota Técnica sobre a Intoxicação por
Trióxido de Arsênio, publicada em julho de 2025 pela
Sociedade Brasileira de Toxicologia em conjunto com
a Associação Brasileira de Centros de Informação e
Assistência Toxicológica, algumas considerações são
cruciais a respeito da intoxicação por trióxido de arsênio
(As2O3), dada a sua falta de controle para aquisição no país
e os respectivos aumentos de casos de intoxicação. Entre
esses pontos cruciais estão: quais matrizes biológicas
utilizadas no diagnóstico, formas químicas do composto e
suas toxicidades relativas, e suas doses letais (DL50).
Levando em consideração as orientações publicadas pela Norma, associe a COLUNA I com a COLUNA II.
COLUNA I
1. Matriz mais utilizada para detecção de exposição recente ao As2O3
2. Forma química aproximadamente 60 vezes mais tóxica que o arsenato (As?+)
3.. Forma com DL50 oral mais baixa (maior toxicidade) em roedores
4. Excreção majoritária nas primeiras fases após ingestão
5. Técnica clássica, rápida e de baixo custo usada como triagem para arsênio
COLUNA II
(????) Aproximadamente 30–70% (fase rápida de excreção nos primeiros 4-5 dias)
(????) Arsenito (As³+)
(????) Teste de Reinsch
(????) Arsina (AsH3)
(????) Urina — permite detecção da exposição nas últimas 24-72 horas
Assinale a sequência correta.
Levando em consideração as orientações publicadas pela Norma, associe a COLUNA I com a COLUNA II.
COLUNA I
1. Matriz mais utilizada para detecção de exposição recente ao As2O3
2. Forma química aproximadamente 60 vezes mais tóxica que o arsenato (As?+)
3.. Forma com DL50 oral mais baixa (maior toxicidade) em roedores
4. Excreção majoritária nas primeiras fases após ingestão
5. Técnica clássica, rápida e de baixo custo usada como triagem para arsênio
COLUNA II
(????) Aproximadamente 30–70% (fase rápida de excreção nos primeiros 4-5 dias)
(????) Arsenito (As³+)
(????) Teste de Reinsch
(????) Arsina (AsH3)
(????) Urina — permite detecção da exposição nas últimas 24-72 horas
Assinale a sequência correta.