Um paciente de 62 anos, portador de insuficiência cardíaca sistólica avançada, chega ao pronto atendimento com taquicardia sinusal de 128 bpm, dispneia intensa, estertores bibasais e grande ativação simpática. O ecocardiograma recente demonstrava fração de ejeção reduzida e padrão de disfunção de RyR2 com provável escape diastólico de Ca²?. A equipe médica cogita o uso de um agonista ?-adrenérgico para melhorar o débito cardíaco. Entretanto, o farmacêutico clínico alerta para o risco de piora do quadro. Nesse sentido, qual é o fármaco mais adequado e seguro para esse cenário agudo?