Maria, 47 anos, chega ao ambulatório municipal com queixa de ganho de peso progressivo no tronco, presença de “giba de búfalo”, estrias violáceas abdominais, hipertensão recente e fadiga. Ela faz uso crônico de prednisona 40 mg/dia há seis meses para tratamento de lúpus eritematoso sistêmico. O médico solicita cortisol sérico matinal, que vem persistentemente baixo, e realiza teste de supressão com dexametasona, que não reduz ainda mais os níveis de cortisol endógeno. Diante do quadro, o farmacêutico participa da discussão terapêutica. Baseando-se nos achados clínicos e laboratoriais e o papel do farmacêutico na condução terapêutica, assinale a alternativa correta sobre a ação medicamentosa indicada para este caso.