O trabalho, como fundamento ontológico do ser social,
não é obra de um indivíduo, mas da cooperação entre
homens, por meio do qual responde a necessidades
sócio-históricas e produz formas de interação humana
como a linguagem, as representações e a cultura. Sendo
objetivado socialmente, de modo determinado, o trabalho
permite o desenvolvimento de mediações que institui
a diferença do ser social, em face de outros seres da
natureza.
As mediações para a construção do ser social não são dadas, são elaboradas no processo histórico, como capacidades essenciais postas em movimento por meio de sua atividade vital, a saber: a consciência, a universalidade, a liberdade e a
As mediações para a construção do ser social não são dadas, são elaboradas no processo histórico, como capacidades essenciais postas em movimento por meio de sua atividade vital, a saber: a consciência, a universalidade, a liberdade e a