Existe uma distinção entre a compreensão tradicional
do “fazer profissional” do Serviço Social como “prática”
e do seu entendimento como “processo de trabalho”. Ao
proceder apenas uma mudança terminológica de “prática
profissional” para “processo de trabalho do assistente
social”, sem uma compreensão teórico-conceitual, reitera-se o viés liberal de pensar a prática como atividade do
indivíduo isolado.
Nessa lógica de classificação dos elementos do trabalho como um “modelo universal”, a tendência é pensar o fazer profissional do assistente social no seu circuito interno, ou seja, o “seu” processo de trabalho é deslocado das bases sociais de sua realização e tratado ao nível
Nessa lógica de classificação dos elementos do trabalho como um “modelo universal”, a tendência é pensar o fazer profissional do assistente social no seu circuito interno, ou seja, o “seu” processo de trabalho é deslocado das bases sociais de sua realização e tratado ao nível