Na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMPa) internou um recém-nascido com história de aspiração de líquido amniótico meconial que evoluiu com insuficiência respiratória grave, necessitando de ventilação mecânica desde o nascimento. Com 8 horas de vida o recém-nascido encontrava-se nos seguintes parâmetros ventilatórios: FiO2 de 1,0, FR de 60 irpm, pressão inspiratória de 40 cmH2O e PEEP de 4 cmH2O. O oxímetro de pulso com o sensor localizado na mão direita indicava saturação de oxigênio de 84% e a gasometria coletada do cateter na artéria umbilical apontava os seguintes valores: pH de 7,15, PaO2 de 40 mmHg, PaCO2 de 75 mmHg e BE -6. A radiografia de tórax mostrava a presença de infiltrado alveolar grosseiro em ambos os pulmões com áreas hiperinsufladas. Diante desse caso, a hipótese diagnóstica provável é: