Em países em desenvolvimento, como o Brasil, doenças
cardiovasculares atingiram mais de três quartos das causas de
morte em 2015. Reconhecidas como um dos principais fatores
de risco para a doença arterial coronariana, as dislipidemias
contribuem de modo significativo para o desenvolvimento da
placa aterosclerótica e têm influência potencial na sua
instabilização. A intervenção nutricional deve ser a primeira
medida não farmacológica a ser adotada no tratamento das
dislipidemias e deve ser considerada parte da mudança de
estilo de vida e não uma estratégia passageira. Sobre as
recomendações para a dieta de um indivíduo com
dislipidemia, pode-se afirmar que