“Pensar a família no campo da proteção social implica
reconhecer a família na sua dimensão simbólica, na sua
multiplicidade, na sua organização (...)”. (MIOTO, 2010, p.
169), entretanto, não cabe concebê-la “apenas numa
perspectiva relacional, não incorporando com as relações
estabelecidas com outras esferas da sociedade, como a
relação com o Estado, através de sua legislação, de suas
políticas econômicas e sociais” (MIOTO, 2010, p. 168).
Portanto, pensar a família no campo da proteção social
consiste em