No debate que Iamamoto apresenta sobre as perspectivas do trabalho cotidiano de assistentes sociais (BRASIL, 2021), apresentam-se inúmeros desafios entre a intencionalidade ético-política crítica e transformadora do projeto profissional e os tensionamentos oriundos das demandas institucionais, marcadas por restrições de recursos e de direitos voltados para população. Diante disso, a autora pergunta se o que ocorre acima trata-se de uma defasagem entre “teoria” e “prática” ou de uma idealização do projeto profissional ou mesmo da incapacidade da/o profissional em responder às requisições profissionais com qualidade. Iamamoto afirma que a existência dessas tensões decorre