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No fragmento [...] é preciso supor – e, portanto, garantir a formação de – um leitor-fruidor, ou seja, de um sujeito que seja capaz de se implicar na leitura dos textos, de “desvendar” suas múltiplas camadas de sentido, de responder às suas demandas e de firmar pactos de leitura, faz-se alusão a um princípio de interpretabilidade, ligado a aspetos linguísticos, cognitivos e contextuais, responsável pela construção de sentidos nos textos, a que chamamos de