Uma mulher de 52 anos apresenta história de fenômeno de Raynaud há 2 anos, associado a espessamento progressivo da pele em mãos e face. Relata também disfagia para sólidos e pirose frequente. Nos últimos meses, evoluiu com dispneia aos esforços. Exames complementares: FAN positivo, padrão nucleolar; Anti-Scl-70 positivo; TC de tórax: padrão intersticial pulmonar; Prova de função pulmonar: padrão restritivo com redução da Capacidade de Difusão Pulmonar para o Monóxido de Carbono. Durante acompanhamento, apresenta elevação súbita da pressão arterial (180/110 mmHg), associada a cefaleia e piora da função renal. Qual a conduta mais apropriada neste momento?