Mioto (BRASIL, 2009, p. 502) explica que “as ações socioeducativas se constituem como processos que se constroem e se reconstroem continuamente, não existindo modelos pré-definidos”. Porém, cabe salientar que só se torna possível desenvolvê-las mantendo coerência entre a direção teórico-metodológica, ético-política e técnica-operativa. Há na atualidade uma escolha tanto pelas abordagens individuais e pelas grupais, ambas alinhadas aos três pontos que constituem a instrumentalidade do Serviço Social. A escolha da realização de grupos nas ações socioeducativas como uma estratégia coerente é justificada pelo seguinte argumento: