Uma discussão sempre presente na terapêutica trata da adaptação de formas farmacêuticas para favorecer a administração, como a pulverização de comprimidos ou drágeas para formar preparações líquidas. Entre os vários problemas encontrados nestas ações está a impossibilidade de estimar seu impacto sobre a biodisponibilidade (F), que pode ser modificada de acordo com a forma farmacêutica e via de administração, sendo definida como