O protocolo em rampa permite um aumento constante e
gradativo do trabalho, o que se aproxima mais do
comportamento do consumo de oxigênio frente ao exercício
gradativamente crescente, o que é uma vantagem em relação ao
protocolo de Bruce, em que o incremento de trabalho não é
linear, com grandes e súbitos aumentos entre os estágios, o que
resulta em uma estimativa menos acurada do consumo máximo
de oxigênio quando comparado ao protocolo de rampa.