Um servidor público efetivo, atuante no setor de licitações de um município, foi designado pela autoridade competente para conduzir um processo licitatório para a aquisição de materiais de escritório. Ele possui formação em administração pública e experiência prévia em contratos administrativos. No entanto, seu cônjuge é proprietário de uma empresa que habitualmente fornece materiais de escritório para a prefeitura. Diante desse cenário, e considerando os requisitos estabelecidos pela Lei nº 14.133/2021 para a atuação de agentes públicos em licitações, qual a consequência da situação apresentada?