“A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que 'mais e mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem'” (5º parágrafo). Se o trecho em destaque fosse substituído por “em comparação à digitação”, o emprego do acento grave indicador de crase, na reescrita, seria: