No Serviço de Emergência de seu hospital dá entrada um homem de 24 anos, com dor abdominal iniciada há 22 horas, que, em princípio, era na região periumbilical, migrando posteriormente para a fossa ilíaca direita. Relata anorexia, náuseas e um episódio de vômito. Não há história de cirurgias prévias. Ao exame físico, encontra-se afebril, com frequência cardíaca de 98 bpm e pressão arterial de 120/70 mmHg. O abdome apresenta dor localizada em fossa ilíaca direita, defesa muscular localizada e sinal de Blumberg positivo no ponto de McBurney. Os exames laboratoriais demonstram leucocitose de 15.600/mm³ com desvio à esquerda. Realizou-se uma tomografia computadorizada evidencia apendicite aguda supurativa sem perfuração. Durante uma apendicectomia aberta, após a ligadura do mesoapêndice e secção do apêndice, o cirurgião solicita ao residente que identifique qual técnica corresponde ao tempo cirúrgico de síntese do coto apendicular, após a realização da exérese. Uma técnica clássica de síntese utilizada nesse momento da operação é a de