Mulher de 22 anos, nuligesta, sexualmente ativa desde os 16
anos, comparece à consulta ginecológica de rotina e solicita
"fazer o preventivo" e o teste de HPV, pois uma amiga da mesma
idade foi recentemente diagnosticada com infecção pelo HPV.
Nega sintomas, sangramento anormal ou lesões visíveis ao exame
especular.
Segundo as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero (3.ª edição, 2025), a conduta correta nesse caso é
Segundo as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero (3.ª edição, 2025), a conduta correta nesse caso é