Uma mulher de 46 anos permaneceu em ventilação mecânica
prolongada e foi submetida à traqueostomia. Após a
decanulação, evoluiu com tosse durante a ingestão de líquidos e
pneumonias aspirativas recorrentes. A tomografia e o
esofagograma demonstram fístula traqueoesofágica cervical. A
broncoscopia evidencia comunicação de 1,5 cm, localizada 3 cm
acima da carina, associada a discreta estenose cicatricial.
A esofagoscopia exclui neoplasia. Nesse contexto, a estratégia terapêutica mais apropriada é
A esofagoscopia exclui neoplasia. Nesse contexto, a estratégia terapêutica mais apropriada é