Uma mulher de 59 anos apresenta dispneia progressiva,
dificuldade para eliminar secreções e infecções respiratórias
recorrentes. A tomografia inspiratória não evidencia estenose
fixa. A tomografia dinâmica demonstra colapso expiratório
superior a 70% da luz traqueal, confirmado à broncoscopia
dinâmica, com acometimento da traqueia e dos brônquios
principais.
Nesse contexto, a conduta mais adequada consiste em
Nesse contexto, a conduta mais adequada consiste em