Um adolescente de 15 anos é encaminhado ao ambulatório de
cirurgia torácica por apresentar deformidade progressiva da
parede anterior do tórax, percebida desde os 12 anos e
acentuada durante o estirão puberal. Ele refere desconforto
estético, sem limitação para atividades físicas.
Ao exame físico, observa-se projeção anterior do gládio com preservação do alinhamento do manúbrio. Não há escoliose significativa nem outras malformações associadas.
Com base nessas características anatômicas, essa deformidade é classificada como pectus carinatum condrogladiolar porque consiste em
Ao exame físico, observa-se projeção anterior do gládio com preservação do alinhamento do manúbrio. Não há escoliose significativa nem outras malformações associadas.
Com base nessas características anatômicas, essa deformidade é classificada como pectus carinatum condrogladiolar porque consiste em