Um adolescente de 16 anos é encaminhado ao ambulatório de cirurgia torácica por apresentar deformidade progressiva da parede anterior do tórax desde a infância, com acentuação durante a puberdade. Relata desconforto estético importante e dispneia aos esforços intensos. Ao exame físico observa-se um afundamento da região central do tórax. Não há sinais clínicos de síndrome do tecido conjuntivo.

O cirurgião classificou a deformidade como pectus excavatum, a qual consiste em