Uma mulher de 67 anos, portadora de adenocarcinoma pulmonar
metastático, apresenta dispneia progressiva associada a derrame
pleural direito recidivante. Foi submetida inicialmente a
toracocentese de alívio, com retirada de 1.500 mL de líquido
citologicamente positivo para malignidade. Devido à recorrência
precoce do derrame, foi realizada drenagem pleural tubular para
programação de pleurodese.
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão, apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame pleural.
Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da pleurodese química é
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão, apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame pleural.
Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da pleurodese química é