Em 2026, novas diretrizes internacionais para o manejo de
pacientes com tromboembolismo pulmonar foram publicadas.
Uma das principais atualizações envolveu a estratificação de
risco, permitindo uma avaliação mais refinada dos pacientes
anteriormente classificados apenas como de risco intermediário.
Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.
Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.