Ao longo do conto “A sopa”, de Dalton Trevisan, determinados elementos do cenário doméstico extrapolam a mera função
descritiva e passam a atuar como índices das forças psicológicas que regem a cena. Considerando as interações do pai e do filho
com a “toalha de flores estampadas”, constata-se que a inserção recorrente desse objeto cumpre a função macroestrutural de: