Em uma sequência didática sobre condicionamento físico, um professor planejou duas experiências para uma turma do ensino médio. Na primeira, os estudantes realizaram deslocamentos curtos e intensos de aproximadamente 30 segundos, intercalados com períodos de recuperação. Na segunda, realizaram atividade contínua de intensidade moderada e duração consideravelmente maior. O objetivo não era comparar quem obtinha o melhor resultado, mas utilizar as sensações corporais, a frequência dos intervalos e a capacidade de sustentar o esforço como ponto de partida para discutir fisiologia. Após a atividade, os alunos perceberam que os esforços curtos e intensos provocavam fadiga rapidamente, enquanto o exercício contínuo poderia ser mantido por período maior quando a intensidade era controlada. Um grupo concluiu que intensidade, duração e recuperação interferem diretamente na contribuição relativa dos sistemas responsáveis pelo fornecimento de energia.
À luz da fisiologia do esforço, a interpretação mais adequada é: