Para Barbosa (2022), este movimento foi ridicularizado pelo exagero que atingiu, transformando-o em orgulho excessivo, desmedido, ufanismo com intenc?o?es de congelamento de posic?o?es de opressor e oprimido na sociedade e instrumento poli?tico de direita (…). Artistas e professores que operavam o equili?brio multicultural como Theodoro Braga (1872- 1953) e Manoel Pastana (1888- 1984) foram relegados ao ostracismo. Defenderam a adesa?o a? linguagem internacional, mas os temas escolhidos eram ligados a? nossa flora e fauna e os textos analisavam nossa cultura na?o a celebravam gratuitamente.
(A. M. Barbosa, Lutas pela decolonização da arte e da educação, 2022. Adaptado)

A autora denominou essa vertente da crítica descolonial/ decolonial histórica no Brasil, de