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Nos trechos: “A política paliativa não é capaz de visões ou de reformas penetrantes. Ela prefere tomar analgésicos de curto efeito, que1 apenas aceleram disfunções e rejeições. A política paliativa não tem nenhuma coragem para a dor. Desse modo, o igual [das Gleiche] avança.” e “Há uma mudança de paradigma no fundamento da algofobia atual. Vivemos em uma sociedade da positividade, que2 busca se desonerar de toda forma de negatividade”, os termos enumerados foram empregados, morfologicamente, como: