Uma mulher de 46 anos sofreu uma fratura distal de rádio há quatro meses, tratada cirurgicamente. Apesar da consolidação óssea adequada, evoluiu com dor intensa e desproporcional ao estímulo, edema persistente, alterações de coloração e temperatura da mão, hipersensibilidade ao toque e limitação importante dos movimentos. Relata evitar utilizar o membro acometido nas atividades de vida diária por medo da dor. Durante a avaliação terapêutica ocupacional, observa-se redução da funcionalidade manual e importante impacto no desempenho ocupacional. Com base nesse caso clínico, assinale a alternativa que apresenta a conduta MAIS adequada de intervenção.