Um homem de 57 anos, previamente hígido, foi admitido por afasia súbita e hemiparesia direita, recebendo trombólise intravenosa com recuperação quase completa. A ressonância magnética revelou infarto cortical agudo no território da artéria cerebral média esquerda e múltiplos pequenos infartos corticais crônicos em diferentes territórios vasculares. A angiotomografia de crânio e pescoço não demonstrou estenoses significativas. A monitorização cardíaca durante a internação não identificou arritmias. O ecocardiograma transtorácico foi normal. Após investigação inicial extensa, o evento foi classificado como AVC embólico de fonte indeterminada (ESUS). Qual das seguintes estratégias diagnósticas possui maior probabilidade de identificar uma etiologia capaz de modificar diretamente a prevenção secundária desse paciente?