“Essa força se manifesta nas variações regionais que(1) enriquecem o idioma: no mufana angolano, no morabeza cabo-verdiano, que(2) traduz uma hospitalidade afetuosa sem equivalente direto, ou no mutirão brasileiro, termo de origem tupi que(3) define uma prática coletiva de trabalho para(4) a qual(5) o português europeu não possui nome próprio. Cada uma dessas expressões é uma janela para(6) universos distintos construídos sob(7) o mesmo teto linguístico.” (3º§). Dentre os termos destacados anteriormente, pode-se afirmar que foram empregados com o objetivo de manutenção de referentes já introduzidos no texto apenas: