Uma das contribuições da laicização do Estado é a liberdade de escolha por parte do indivíduo na qual a religião deseja se inserir. Na declaração Dignitatis Humanae, o Concílio Vaticano II colocou-se próximo a essa compreensão ao afirmar que “a pessoa humana tem o direito à liberdade religiosa” (n. 2).

Essa experiência também se fundamenta no mundo bíblico, visto que Deus: