Durante o acompanhamento de um paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica em fase estável, o fonoaudiólogo observa redução do tempo máximo de fonação, quebras frequentes da cadeia falada, necessidade de inspirações suplementares em enunciados curtos e piora da inteligibilidade em fala encadeada, sem evidência de lesão estrutural laríngea primária ou alteração neurológica central associada. Considerando a base fisiológica que mais diretamente explica a limitação comunicativa descrita, o componente funcional predominantemente comprometido é: