Em laboratório técnico, uma máquina antiga recebe proteção física improvisada após quase acidente com estudante. A manutenção informa que a proteção impede acesso à zona de perigo durante a operação normal, mas é sistematicamente retirada durante ajustes e limpeza por dificultar o acesso às partes internas, e não há procedimento de bloqueio de energias perigosas para essas tarefas. A coordenação decide manter a solução até adquirir equipamento novo, argumentando que a barreira física é medida de engenharia superior à orientação comportamental. Considerando segurança em máquinas, a análise mais adequada a respeito da situação descrita é: