Almeida (In: Mota et al., 2009) afirma que o Serviço Social
forjou, ao longo de sua história, uma série de
procedimentos de registro e avaliação de suas atividades,
o que não significou que imprimiu aos registros a marca de
um esforço de sistematização. Uma das consequências
deste processo apontado pelo autor refere-se a: