Em “O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, ‘riscando os cavalos’ e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: ‘– Para quê? – Para nada’.” (9º§), o vocábulo destacado recebe acento conforme a mesma justificativa vista de acordo com o emprego correto de “por quê” em: