Um paciente de 60 anos, com histórico de doença arterial coronariana (DAC) multiarterial e
disfunção ventricular esquerda (FEVE 40%) apresenta angina estável classe II. Ele está em uso
de AAS, estatina, betabloqueador e inibidor da enzima conversora de angiotensina (IECA). O teste
ergométrico é positivo para isquemia em baixas cargas. Considerando a DAC multiarterial e a
disfunção ventricular, qual a estratégia de revascularização miocárdica que demonstrou maior
benefício em termos de sobrevida e redução de eventos cardiovasculares maiores, de acordo com
estudos como o SYNTAX e o FREEDOM?