Adolescente de 17 anos é levada à emergência após automutilação (cortes superficiais), depois de briga com o namorado, com fala de “prefiro morrer a ser abandonada”. Relata instabilidade emocional intensa, medo de abandono, relacionamentos turbulentos com alternância entre idealização e desvalorização, sensação crônica de vazio e impulsividade. Apresenta histórico de automutilação e tentativa de suicídio por intoxicação exógena medicamentosa após término amoroso. Ao exame, apresenta afeto lábil e humor disfórico, sem sintomas psicóticos persistentes. O diagnóstico mais provável seria: