Um paciente de 62 anos, submetido à hemilaringectomia associada à aritenoidectomia devido a carcinoma de laringe, apresenta-se em acompanhamento fonoaudiológico. Após a cirurgia, observa-se voz soprosa, fadiga vocal precoce, dificuldade para projetar a voz em ambientes ruidosos, episódios de engasgos com líquidos finos e redução da efetividade da tosse. Considerando as principais áreas funcionalmente comprometidas e as condutas prioritárias, os achados clínicos e os impactos anatômico-funcionais dessa cirurgia incluem área: