Mulher, 43 anos, pré-menopausa, submetida à mastectomia radical modificada para carcinoma ductal infiltrativo de mama esquerda. Na peça cirúrgica, tumor de 6,2 cm (pT3), com invasão linfovascular extensa, margens cirúrgicas negativas, e acometimento de 4 linfonodos axilares (pN2). Recebeu quimioterapia neoadjuvante com resposta parcial. Não houve terapia hormonal até o momento. Considerando a evidência atual sobre o uso da PMRT, qual é a conduta mais adequada para o planejamento do tratamento radioterápico?