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Durante a organização do lanche coletivo, a responsabilidade do auxiliar de sala com a higiene se esgota na supervisão da lavagem das mãos das crianças e na limpeza das mesas, não abrangendo a vigilância sobre alergias alimentares informadas previamente pelos pais ou a verificação de sinais de deterioração em alimentos trazidos de casa.
A organização de uma 'cabana de leitura' com lanternas em um canto da sala, como uma atividade lúdica, atende simultaneamente aos eixos estruturantes da BNCC para a Educação Infantil (interações e brincadeira) e ao campo de experiência 'Escuta, fala, pensamento e imaginação', pois cria um contexto significativo que incentiva a fantasia e o contato com narrativas.
Conforme o Art.18-A do ECA, que estabelece o direito da criança de ser educada sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, a responsabilidade do auxiliar de sala se limita a não praticar tais atos, não sendo sua atribuição comunicar à gestão escolar ou ao Conselho Tutelar suspeitas de que a criança sofra esse tipo de violência em outros contextos.
Ao observar um professor trabalhando com uma criança que está aprendendo a escrever o próprio nome, o papel do auxiliar, à luz do conceito vygotskyano de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), é intervir oferecendo andaimes — como fornecer o traçado pontilhado das letras —, pois essa mediação é fundamental para que ela avance do que consegue fazer com ajuda para o que fará de forma autônoma.
Situação hipotética: Após uma queda no pátio em que bate a cabeça, uma criança chora, mas logo se acalma e volta a brincar, sem apresentar sinais visíveis de lesão grave. Assertiva: Nesse caso, por a criança ter se recuperado rapidamente, o auxiliar de sala pode apenas confortá-la, não sendo necessário comunicar o ocorrido à gestão da escola ou aos pais, a menos que surjam sintomas posteriores.