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A participação do auxiliar de sala no processo de avaliação na educação infantil, conforme preconiza a LDB em seu Art.31, envolve a aplicação de testes formais para medir o progresso cognitivo, cujos resultados são utilizados para decidir sobre a promoção da criança para o Ensino Fundamental.
Ao auxiliar um aluno diagnosticado com dispraxia, que apresenta dificuldades significativas na coordenação motora fina, como amarrar sapatos, a estratégia mais eficaz a ser adotada pelo auxiliar é realizar a tarefa pela criança, visando otimizar o tempo e garantir a continuidade da rotina da sala.
Situação hipotética: Um pai, preocupado com uma briga, aborda o auxiliar de sala no portão da escola e solicita informações detalhadas sobre o comportamento de outra criança envolvida no incidente. Assertiva: Em nome da transparência e da boa relação com a família, o auxiliar deve fornecer um relato completo dos fatos, incluindo sua percepção sobre a personalidade da outra criança.
Ao apoiar atividades relacionadas ao campo de experiência 'Corpo, gestos e movimentos' da BNCC, o auxiliar de sala deve priorizar a execução precisa de circuitos motores pré-definidos, considerando o resultado final como principal indicador do desenvolvimento psicomotor da criança, mesmo que ela demonstre desinteresse no processo.
Situação hipotética: Um auxiliar de sala de aula observa que um aluno de 9 anos, matriculado em uma turma de 1º ano do Ensino Fundamental devido à distorção idade-série, demonstra dificuldades de socialização. Assertiva: Fundamentado no direito ao respeito previsto no ECA e no princípio da inclusão da LDB, a atuação proativa do auxiliar consiste em apoiar o professor na criação de atividades que valorizem a experiência de vida e a maturidade desse aluno, em vez de tratá-lo exclusivamente com base em seu déficit acadêmico.