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A Deriva dos Continentes e a Teoria da Tectônica de Placas são os dois modelos teóricos das geociências que, no século XX, causaram uma revolução dos conceitos relativos sobre os processos geológicos internos e externos. Avalia as afirmações abaixo quanto a serem verdadeiras ou falsas.  
A hipótese da Deriva dos Continentes propõe que o posicionamento relativo das massas continentais mudou de forma considerável ao longo do tempo geológico.
A teoria da Tectônica de Placas fornece uma explicação geométrica (forma), e de movimento, de como a expansão do fundo oceânico e à deriva das placas litosféricas ocorrem numa superfície aproximadamente esférica.
A velocidade e a taxa de expansão das placas litosféricas variaram ao longo do tempo geológico, demonstrando, assim, que as forças responsáveis pelos movimentos dessas placas não se modificaram.
Os aspectos paleoclimáticos que foram apresentados pelo autor da hipótese da Deriva dos Continentes podem ser empregados como argumentos favoráveis à teoria da Tectônica de Placas. 
Uma classificação básica dada aos minerais é baseada nos seus ânions definidores. Os silicatos são a classe mineral mais abundante na crosta terrestre, manifesta nos feldspatos e quartzos, por exemplo. Outras classes e exemplos de minerais são:
No geoprocessamento reconhecemos nos softwares e sistemas de informações geográficas (SIG) três tipos de feições básicas que irão construir e compor os mapas e/ou cartas. Elas são: 
Qualquer fragmento sólido na superfície terrestre é chamado popularmente de “pedra”. Na geologia utilizamos o termo técnico rocha, que possui uma definição básica e classificação genética que diz: 
Uma rocha metamórfica, de cor acinzentada, com dois tamanhos de cristais, uma fração fina com minerais micáceos orientados; outra fração maior com a presença de nódulos de cordierita. Essa rocha pode ser, petrograficamente, descrita como: