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Os eventos macrocirculatórios no recém-nascido podem ser avaliados por técnicas não invasivas e modelos experimentais, os quais indicam que a sepse pode ser caracterizada de três formas.
Com relação às formas que a sepse se manifesta clinicamente, é CORRETO afirmar que:
Menino de 6 anos, portador de asma, em acompanhamento com especialista, faz uso regular de corticoide inalatório em dose moderada. Chega ao PS com história de tosse, dor torácica e dispneia há algumas horas. Mãe administrou beta 2 de curta dose adequada há menos de 30min, conforme orientação médica, mas como a criança não apresentou melhora, trouxe à emergência para avaliação. Ao exame, encontra-se taquidispneico, MV diminuído globalmente, o plantonista administra corticoide oral, beta 2 de curta associado a brometo de ipatrópio a cada 20min. Após, passada 1 hora, a criança mantém desconforto respiratório, com sibilância difusa, sat=96%. Diante desse quadro clínico e evolução, qual a próxima conduta a ser adotada?
A Organização Mundial de Saúde (OMS), em 1990, definiu cuidados paliativos como: “o cuidado ativo total dos pacientes cuja doença não responde mais ao tratamento curativo”. São considerados cuidados paliativos mais importantes para o paciente:
RN prematuro, com 29 semanas de idade gestacional ao nascer, pesando 950 g, sexo masculino, mãe com perda de líquido amniótico 12 horas antes do parto, evolui imediatamente após o nascimento com desconforto respiratório grave, com batimentos de asas nasais, gemido expiratório audível à distância, retrações torácicas esternais, subcostais e intercostais, entubado em sala de parto e transferido para a UTI Neonatal para suporte ventilatório. O padrão radiológico é de infiltrado retículo-granular difuso distribuído uniformemente nos campos pulmonares, além da presença de broncogramas aéreos e aumento de líquido pulmonar.
Este quadro clínico-radiológico sugere o diagnóstico de:
Criança de 3 anos, feminina, com quadro de febre há 72 horas, associado ao surgimento de aftas dolorosas e feridas periorais, vem ao pronto atendimento. A criança encontra-se com sudorese importante, porém com pele fria, frequência cardíaca de 120 bpm. Observa-se, ainda, lesões vesiculares alongadas em mãos e pés, como formato de grão de arroz sobre a pele. A criança está aceitando dieta líquida e não apresenta sinais de desidratação.
A conduta neste caso é: