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Adolescente de 15 anos é encaminhado ao neurologista por episódios episódicos de fraqueza muscular nos membros inferiores, desencadeados principalmente após atividades físicas extenuantes ou ingestão de alimentos ricos em carboidratos. Os episódios duram horas e evoluem com recuperação completa. O exame neurológico entre as crises é normal. O pai do paciente teve histórico semelhante na juventude. A eletroneuromiografia interictal é normal. O laboratório básico está normal, exceto por potássio sérico levemente diminuído durante a crise (3,1 mEq/L).

Com base nesse quadro clínico, assinale a alternativa que apresenta corretamente o diagnóstico mais provável e qual exame específico ou abordagem terapêutica devem ser priorizados.
Homem de 68 anos, bancário aposentado, procura avaliação neurológica por quadro de lentidão motora progressiva há cerca de 1 ano. A esposa relata que ele arrasta os pés, tem dificuldade para se levantar de cadeiras e caiu duas vezes nos últimos três meses. Refere voz mais baixa, constipação intestinal e leve tremor postural. Ao exame físico: bradicinesia, rigidez axial e ausência de balanço dos braços durante a marcha. O tremor é discreto e simétrico. Apresenta instabilidade postural precoce. O miniexame do estado mental (MEEM) é 27, mas há dificuldade em tarefas de fluência verbal e atenção alternada. Não há resposta significativa à levodopa após teste terapêutico.

Considerando o quadro clínico, quais são a hipótese diagnóstica mais provável, a investigação inicial mais adequada e a abordagem terapêutica inicial?
Homem de 58 anos, hipertenso e tabagista, é levado à emergência após queixa súbita de cefaleia “em trovoada”, náuseas intensas e queda do nível de consciência. A esposa relata que ele estava conversando normalmente minutos antes do episódio e então ficou sonolento e com vômitos em jato. Ao exame, apresenta-se com rebaixamento para Glasgow 9, rigidez de nuca e ausência de resposta motora no lado esquerdo. A TC de crânio sem contraste mostra sangue na cisterna perimesencefálica, sulcos cerebrais obliterados e pequeno hidrocéfalo. Qual é a conduta imediata mais indicada para esse paciente?
Um paciente de 67 anos é admitido no pronto atendimento após apresentar fala arrastada e fraqueza súbita no hemicorpo direito, sem alterações do nível de consciência. Ao exame, nota-se disartria, hemiparesia proporcional à direita, hiperreflexia no mesmo lado e sinal de Babinski à direita. A sensibilidade está preservada, e não há alterações de nervos cranianos.

Considerando esse quadro clínico e os achados do exame físico neurológico, assinale a alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica mais provável e a topografia da lesão.
Homem de 38 anos, sem comorbidades conhecidas, apresenta episódios recorrentes de cefaleia unilateral intensa, de início súbito, em região temporal e orbital direita. As crises duram entre 20 e 40 minutos, com início abrupto, acompanhadas de lacrimejamento, congestão nasal ipsilateral, inquietação motora e fotofobia. O paciente relata até 5 episódios diários, com melhora espontânea. Já fez uso de analgésicos comuns e triptanos, sem melhora. Durante o exame, entre crises, está neurológica e cognitivamente normal. Iniciado tratamento com oxigênio por máscara facial, sem resposta significativa.

Com base nesse quadro, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada para confirmação diagnóstica e manejo inicial.